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Wow… more than 3 years?

Ok… so it’s been a while and I do apologize? (I wonder if anyone missed this blog at all). The very first thing I wish to change is the language I’m writing in. For those that don’t know, I now live in the U.S., and I would very much like to share my thoughts with non-Portuguese-speaking people. I hope this is alright.

I intend to ease in with the updates… organize my “topic” backlog and let’s take it from there.

Talk to you all again soon.

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Um “não” aos adjetivos…

Elogios… críticas… ou feedback…

Antes de mais nada, um parênteses: gosto quando vejo as coisas que eu “prego” sendo ditas por pessoas famosas ou pesquisas… enquanto eu não for famoso ou ter uma base científica/intelectual “incondicionalmente” aceita, fica mais fácil eu defender os meus pontos de vista apontando citações/pesquisas dos outros… fecha parênteses…

Recentemente, vi uma matéria que recebeu vários “likes” e “shares” no Facebook/Twitter… e o título dessa matéria é: “O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança”… obviamente, uma leitura válida, leiam lá depois… não recomendo que leiam agora pois a maioria das pessoas reclama do tamanho dos meus posts, e como suponho que esse post será longo, é bom eu sugerir que leiam o texto aqui antes de lerem o texto lá… depois eu coloco o link para a matéria… combinado? Então continuemos…

Einstein disse: “Tudo é relativo”… com isso em mente, eu gostaria de enfatizar: “todo adjetivo também é relativo”… ou seja, para que um adjetivo tenha sentido, é bom que ele tenha um contexto… e esse contexto normalmente está implícito para a realidade de cada um (ou de cada grupo). Sempre que dizemos que algo/alguém é bom, alto, interessante, inteligente, bonito, caro, culto etc, estamos sempre comparando com algo/alguém/tudo/a média dentro desse contexto… e embora isso possa ser suficiente para alguns (ou a maioria), eu considero como uma simplificação que pode não agregar… ou pior, explicitar a comparação… e vamos tratar um caso de cada vez…

Primeiro o “não agregar”… vamos imaginar que há duas situações:

  1. A mãe diz para o seu filho: “Você é preguiçoso!” ou “Você é inteligente!”
  2. A mãe diz para o seu filho: “Eu gostaria que você arrumasse a sua cama, guardasse os seus brinquedos, e fizesse a sua lição de casa.” ou “Eu gostei do seu esforço e da nota que você tirou em matemática.”
Em qual dos casos o recado da mãe provavelmente será mais produtivo?

No primeiro caso, é possível que a criança não saiba o que fazer com a informação. É perigoso que a pessoa se conforme com o rótulo negativo a ponto de achar que não consegue mudá-lo… ou que tenha o rótulo positivo como uma característica e que não se esforce para mantê-lo…  as duas coisas são ruins… o ponto de vista da matéria que gerou esse post também é interessante: em resumo bem grosseiro, ele diz que a criança tentará se manter dentro da sua zona de conforto… o que também pode não ser bom. Já o segundo caso, onde somos mais específicos, você chama/resgata a atenção para aquilo que o filho fez e/ou deixou de fazer…

Segundo, o “comparar”… por que comparar pode não ser bom? Pois nem todos (me incluo) sabem como lidar com comparações… Dalai Lama diz: “Pare de se comparar com os outros, porque você vai se achar melhor ou pior. E as duas coisas são ruins.” Acreditarmos ser pior que alguém pode ser um golpe fatal para a nossa motivação… acreditarmos ser melhor pode ser um subsídio para a nossa arrogância…

Bom, eu estava falando de um contexto não profissional pois a matéria é de contexto não profissional… mas o mesmo vale para o mundo corporativo… Madonna uma vez disse: “Deixar claro o que você quer é normalmente o primeiro passo para se conseguir o que quer.”… isso vale para as coisas que você quer que continuem fazendo e também para as coisas que você quer que parem de fazer…

Stop!Onde eu quero chegar com isso? Quero chegar em: não deem (e se possível, não aceitem) feedbacks recheados de adjetivos… é provável que eles não sejam tão construtivos quanto gostaríamos… já adianto, fazer isso exige mais do que simplificar tudo com alguns poucos adjetivos para compensar pela falta de contexto ou critério do trabalho (seu ou de outrem) que está sendo qualificado…

Perdi a linha de raciocínio por conta das mensagens “Saturday night”… e sei que se eu deixasse para concluir o raciocínio depois, provavelmente eu não postaria… então deixo as coisas como estão e qualquer coisa, eu complemento depois… =)

Conforme o combinado,  segue o link: http://www.updateordie.com/2012/04/17/o-que-acontece-quando-voce-fica-elogiando-a-inteligencia-de-uma-crianca/

#peace

O Princípio do Cobertor

Eu tava com vontade de escrever… mas, para não precisar escrever um texto gigantesco do zero… resolvi vasculhar os zilhões de posts inacabados que tenho aqui…

Esse post foi escrito em 26 de Maio de 2010, quase dois anos atrás… não sei porque eu não o publiquei na ocasião… então agora, deixo ele exatamente como está, pois não lembro o que mais eu tinha a dizer sobre isso…

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Yow…

Talvez a maioria aqui não saiba, mas normalmente é assim que eu começo minhas conversas via MSN/Skype… com homens, na verdade… com mulheres normalmente é “Oe!”… das outras vezes é um “Hey…”

Bom, faz um tempo que estou com esse post/assunto engasgado na cabeça/garganta para dizer para as pessoas, mas vem a questão do tempo que eu sei que levarei pra escrever tudo e sempre acabo deixando pra escrever depois…

O assunto de hoje está indiretamente relacionado ao Hábito 1: “Seja proativo”… vocês se lembram do conceito de proatividade retratado no livro, né? Se não, recomendo a (re)leitura do livro ou dos meus posts sobre o assunto (aqui e aqui)… mas resumindo bem grosseiramente, o que o Hábito 1 diz é “seja responsável”… ou melhor, “sabia que você é responsável pelo que acontece na sua vida”, tudo o que você fez até aqui, mesmo que você não queira admitir, provavelmente foi uma escolha, ou consequência de uma escolha sua…

Entender o que está no parágrafo anterior vai ajudar a entender o “Princípio do Cobertor”… e para continuar, vou supor que todos leram e entenderam, ok?

Gente, tem pessoa que adora responsabilizar os outros por causa de sua infelicidade, frustração, injustiça… é mais fácil procurarmos a culpa “lá fora” do que olharmos pra dentro… não conseguimos lidar com o fato de que a culpa é nossa… e, reciprocamente, se tudo o que acontece na nossa vida é escolha… a resolução dos nossos problemas também o é… e é nesse aspecto que eu apresento o “Princípio do Cobertor”…

Em noites frias, para dormir, o que é que normalmente fazemos? Acredito que normalmente a gente se cubra com um cobertor… mas pergunto: o cobertor nos esquenta? Muito provavelmente quando você pega o cobertor no armário, ele não está quente… um cobertor, como qualquer outro objeto desprovido de energia (elétrica, térmica etc.) não esquenta ninguém… o que o cobertor faz é impedir que o seu “calor humano” se dissipe… impedir que o seu calor se “perca”… em outras palavras, quando está frio, quem é que te esquenta? Resposta: é você… o cobertor só te dá condições para que isso aconteça…

Qual o recado por trás disso? Gente, é só você que consegue resolver os seus problemas… às vezes é bom ter alguma coisa (ou alguém) que nos dê condições para que você se ajude, mas não se engane, no final das contas, a responsabilidade é sua…

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É… provavelmente após ter escrito isso eu quis fechar o raciocínio de alguma maneira… mas agora eu não lembro mais o que eu queria dizer, deixo as coisas “jogadas” aqui… se eu lembrar o que eu quis dizer, eu complemento o raciocínio depois… fora isso, vou tentar resgatar outras coisas que deixei pelo caminho…

Fico por aqui… peace!

Mais um…

Como uma pessoa que alega não comer carne, o que foge aos costumes da nossa sociedade, assim como qualquer coisa que foge aos costumes até o ponto de serem aceitos, sou constantemente questionado (no bom e no mau sentido), pressionado, desafiado com relação a minha decisão… uma coisa que eu prometi que não faria são ataques “gratuitos” aos hábitos carnívoros (e não tenho sido tão bem sucedido nisso quanto eu gostaria)… mas me dou o direito, pra não dizer dever, de responder sempre que o fizerem, principalmente se o fazem de maneira séria e bem elaborada…

Para contextualizar, me enviaram esse link: http://chetday.com/vegmyths.htm

Li, e respondi… ao ver que a minha resposta ficou grande para responder no meio de comunicação pelo qual chegou até mim, resolvi escrever (e compartilhar) aqui e mandar um link para esse post…

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Bom, antes de qualquer coisa, a minha ressalva… eu não vou vegano… o termo “vegetariano” ainda é confuso… o que eu digo é: “eu não como carne, e nisso eu incluo boi, porco e frango”… se eu tiver que colocar os meus hábitos alimentares em um único termo, eu diria que eu sou “ovo-lacto-pisco-vegetariano”… o que eu vou “defender” é o não consumo de carne.

MYTH #1: Meat consumption contributes to famine and depletes the Earth’s natural resources.

O radicalismo da afirmação a transforma em mito mesmo… tirando o radicalismo de “fome mundial” e “esgotamento dos recursos naturais” e olhando apenas para o lado matemático, não tem como negar… a solução da questão de “fome mundial” e “esgotamento dos recursos naturais” vai além da mera matemática.

MYTH #2: Vitamin B12 can be obtained from plant sources.

MYTH #10: Soy products are adequate substitutes for meat and dairy products.

Isso é mito mesmo. B12, por exemplo, segundo o que li a respeito, não pode ser obtida de fontes “não animais”. Mas isso não deve justificar o consumo de produtos animais na quantidade em que consumimos. Segundo o que li, para uma pessoa que tem o hábito de consumir 100g diários de carne (considerando que fosse a única alimentação de origem animal), se houver um corte radical/abrupto/repentino de 100% de carne, os efeitos de carência de B12 serão percebidos (embora em teoria irreversíveis) após 20 meses. Há fontes “não carnes” que suprem, com “folga”, a carência de B12.

MYTH #3: Our needs for vitamin D can be met by sunlight.

Provavelmente existe alguma relação entre exposição ao sol e vitamina D. Exposição ao sol, por outro lado, não é incondicionalmente recomendável. Segundo o que li, um protetor solar com FPS nível 8, que creio ser baixo, é suficiente para bloquear esses alegados efeitos benéficos do sol para com vitamina D. A quantidade de vitamina D é maior em peixe, ou seja, em fontes “não carne”.

MYTH #4: The body’s needs for vitamin A can be entirely obtained from plant foods.

O próprio artigo alega a possibilidade de se obter vitamina A de fontes vegetais, mas sob algumas circunstâncias. Essas circunstâncias não incluem carne.

MYTH #5: Meat-eating causes osteoporosis, kidney disease, heart disease, and cancer.

MYTH #6: Saturated fats and dietary cholesterol cause heart disease, atherosclerosis, and/or cancer, and low-fat, low-cholesterol diets are healthier for people.

MYTH #7: Vegetarians live longer and have more energy and endurance than meat-eaters.

MYTH #9: Meat and saturated fat consumption have increased in the 20th century, with a corresponding increase in heart disease and cancer.

MYTH #13: Animal products contain numerous, harmful toxins.

Aqui a questão é racional e estatística. O consumo de carne é perfeitamente evitável para a sobrevivência. E a incidência dessas doenças, embora eu acredite que as causas vão além do que “mera” alimentação, é estatisticamente maior em pessoas cujo consumo de carne é excessivo (e explico: excessivo = que vai além das necessidades… sim, o nosso consumo de carne tende a ser excessivo comparado às necessidades diárias… não confundir “consumo excessivo” com “consumo excessivo comparado à média de consumo da população”, embora seja nessa segunda “definição” de excessivo em que a estatística é “favorecida”).  Existe uma diferença grande entre “comer carne” e “alimentação saudável”. O mais comum é vermos os dois extremos… ou seja, ter o “não comer carne” como saudável… e o “comer carne” como saudável… a tendência é que tudo em excesso faça mal e é importante levar em consideração a qualidade/procedência da carne (e de qualquer coisa) que consumimos. Comer carne e não comer carne não são incondicionalmente bons. Por questões capitalistas, infelizmente, ou naturalmente, muitas coisas acontecem com o que consumimos. De qualquer maneira, como eu disse, eu acredito que a causa dessas doenças vai além da “mera” alimentação.

MYTH #11: The human body is not designed for meat consumption.

Há opiniões que suportam os dois lados. Vai de cada um acreditar no que quiser acreditar.

MYTH #12: Eating animal flesh causes violent, aggressive behavior in humans.

Please.

MYTH #14: Eating meat or animal products is less “spiritual” than eating only plant foods.

MYTH #15: Eating animal foods is inhumane.

O Espiritismo, que é a doutrina/segmento/filosofia/ciência/whatever “religiosa” da qual eu mais aproximo e respeito, não condena o consumo de carne. Um palpite meu, e até onde sei, só meu, é que essa não condenação se dá por conta da compreensão do grau evolutivo em que os homens e/ou o planeta Terra se encontra. Hoje em dia, o consumo de carne é perfeitamente evitável para a sobrevivência, toda essa racionalização prevalece para justificar o prazer pelo sabor da carne. O consumo de carne existe, em grande parte, por não ter o envolvimento com o animal abatido. A nossa infinitamente questionável superioridade aos animais é consequência da nossa deficiente, porém felizmente constante, evolução moral, e é por isso que toda a discussão se dá em bases intelectuais, nas quais incluo esse texto, que finda aqui.

Top Ten 2011

É… é difícil olhar pra trás e tentar lembrar TUDO de bom e de ruim que aconteceu com a gente… é natural que cometamos algumas injustiças na hora de lembrar as coisas/pessoas que aconteceram… mas segue…

2011 definitivamente, pra mim, foi o ano dos velórios… muita gente querida se foi esse ano… I guess this is part of growing up too… é a única certeza e blah blah blah… mas será que a tendência é continuar ou aumentar?

Pessoa que conheci: duas pessoas que eu gostei de conhecer esse ano: a Inayê e o Andrés…

Aquisição: pode parecer brincadeira… mas das duas coisas que eu considero a aquisição do ano, uma delas foi repelente de insetos… no começo do ano, trabalhando em casa, repelente foi um life saver… rs… mas o que considero ser a aquisição mais significativa desse ano foi o baixo…

Decisão: bom, a decisão mais significativa certamente foi a de trabalhar por conta própria… na verdade, essa decisão foi tomada no ano passado, mas o resultado dela só veio esse ano… a gente olha para as coisas de outra maneira quando estamos em cima das próprias pernas… mas não vou me delongar nisso nesse post… outra decisão significativa foi a de aceitar a “convocação” para tocar baixo com o Guizão e o Mancini… vida de banda é muito bacana quando temos o cuidado para não permitir que a diversão se vá… e particularmente, os ensaios devolveram a “noite” à minha rotina… isso é papo de maluco, mas acho que é bom lembrarmos que ela existe… uma consequência dessa decisão foi a participação, até onde sei em caráter temporário, na banda Amazon… o que me permitirá fazer mais coisas pela primeira vez…

Filme/Seriado: talvez o destaque vá para “How I Met Your Mother”, que foi recomendação da Inayê… com essa “quebra” da resistência para conhecer séries novas, eu abri a porteira e agora estou acompanhando um monte… de vários eu consigo extrair o que eu considero lições interessantes…

Livro: “O Óbvio” de James Dale… gente, pequena pausa para um parêntese: o óbvio não é óbvio… o que chamamos de óbvio normalmente é a consequência do que deveria ser o óbvio… encontrar o óbvio não é fácil, mas é um exercício interessante e pode trazer bons resultados… fecha parênteses…

Momentos: uma cervejada no Bar do Fernando… uma cervejada no City Bar no episódio da Princesa Kate… um Bar do Motta em que o Bruno foi e batemos altos papos… praticamente todas as cervejadas no Soares, em especial na saideira da pós… os vários churras/outros at Z’s com destaque para a virada pra 2012 (ontem/hoje)… e os ensaios (como quase sempre)…

Música que aprendi: essa é uma categoria que provavelmente não fará parte da lista ano que vem… por causa do baixo, cortei as unhas… pode não parecer nada pra vocês, mas, por causa do violão, eu tive as unhas da mão direita compridas por mais de 15 anos… agora, por causa do baixo, cortei… com isso, o violão, pelo menos do jeito que eu toco/tocava, nas cordas de aço, ficou bem comprometido… fazer o que? Para cada escolha, uma renúncia… chega o baixo… vai-se o violão… agora, só com palheta (sim, é BEM diferente)… mas voltando, “sem” o violão, não tem música “autossuficiente” que eu aprendi esse ano… no baixo, toda música depende de contexto/banda, então fica mais difícil… blah… vamos ver como essa categoria fica no ano que vem…

Música que conheci: “Just Breathe” do Pearl Jam… “Passionflower” do Jon Gomm… e na linha das pesadas, “Double the Pain” do Heaven and Hell…

Citação: várias… talvez a que mereça destaque é: “Existem duas escolhas básicas na vida: aceitar as condições como elas existem ou aceitar a responsabilidade de mudá-las.” – Denis Waitley

Lição aprendida: musicalmente, Modos Gregos! (ainda em processo de aprendizado, na verdade, agora é mais questão de prática)… profissionalmente, o Pomodoro funciona, mas te arrebenta… espiritualmente, há muitas coincidências por aí…

Meta para 2012? Só tem uma que eu realmente quero atingir: deixar de ser bonzinho… ser bom e ser bonzinho são coisas diferentes… e só pra constar, não ser bonzinho é diferente de ser mau… aliás, eu arriscaria dizer que ser bonzinho está mais próximo de ser mau do que ser bom… fica pra reflexão e talvez um futuro post…

Outra meta? Ter mais interações embriagadas com as pessoas… cuidado na interpretação disso… aliás, acho que até seria melhor eu nem colocar isso aqui pois desconfio do discernimento de alguns para interpretar isso decentemente… vai ter gente achando que eu sou um bêbado ou um dependente de álcool para certas coisas… but I’m learning to be willing to be misunderstood e por isso (e também pelo fato de estar tarde), não continuarei o raciocínio… pelo menos não agora…

Abraço procêis… para os envolvidos, thanks for the great year! Love you all!

E vamo que vamo que amanhã “já” é dia 2… and our work is never over…

#Gripe

Estou há 2947 0 dias sem gripe…

There’s probably an explanation for this…

Mudança…

Depois de tanto tempo… eu acho que não deveria escrever um post revoltado… mas se eu for respeitar isso, sabe-se lá quando é que eu voltarei a escrever… so, here we go…

“A verdade está lá fora”… é assim que começam os episódios de Arquivo X… independente do contexto em que essa frase é dita… isso é algo em que acredito… ninguém é dono da verdade… mas ela está lá (ou aí) para quem ousar tentar descobrí-la… então, qual é o problema?

O problema é que NINGUÉM quer fazer NADA!

Gente, quando pessoas, de muitos lugares, de muitas maneiras diferentes, de épocas diferentes, começam a falar a mesma coisa, é o universo e/ou a verdade GRITANDO para ser ouvida! Por que é que a gente não escuta?

Tem um camarada chamado Denis Waitley que diz: “There are two primary choices in life: to accept conditions as they exist, or accept the responsibility for changing them.”

É MUITO comum você ver gente reclamando de coisas… principalmente no trabalho, mas vemos isso em vários lugares… e a pergunta que fica é: o que você prefere? Continuar reclamando? Ou aceitar a responsabilidade pela mudança? Responder essa pergunta ao lê-la aqui é fácil… na prática, as pessoas inventam desculpas pra não ser o agente da mudança e continuam reclamando… life is too short pra isso…

Segue o trecho do livro “O Óbvio” do camarada James Dale onde ele fala sobre trabalho:

“Trabalhar significa, literalmente, esforçar-se. Trabalhar é algo duro. É exigente, frustrante, estressante, complicado, desafiador, exaustivo. Implica levantamento de muito peso, tanto para o corpo quanto para a mente. Não é de estranhar que tantas pessoas não gostem de trabalhar, ou preferem racionalizar por que não podem ou não querem trabalhar.”

Nessa minha fase mais empreendedora, poucas são as pessoas que eu ouço dizerem taxativamente que não querem empreender… pra ser sincero, só uma pessoa me disse isso e se ela ler isso (acho que ela não sabe da existência desse blog) ela vai saber quem é… TODAS as outras têm uma desculpa… plausíveis ou não, sempre há uma desculpa… ou é a situação financeira… ou a falta de conhecimento… ou assumidamente o medo do fracasso… a gente ouve de tudo… eu arriscaria dizer que alguns realmente não querem, mas acham que existe demérito em admitir que querem ser empregados pro resto da vida (até aposentarem) e por isso não dizem o que realmente sentem…

Hoje eu ouvi um trecho de uma música do Gabriel o Pensador que eu achei que encaixou MUITO BEM para quem quer empreender… aí eu achei a letra e prestei mais atenção… descartando alguns trechos “políticos” e/ou de revolta contra o sistema, o que eu filtrei é:

“Não adianta olhar pro céu, com muita fé e pouca luta
Levanta aí que você tem muito pra fazer
Você pode, você deve, pode crer

Muda, que quando a gente muda o mundo muda com a gente
A gente muda o mundo na mudança da mente
E quando a mente muda a gente anda pra frente
E quando a gente manda ninguém manda na gente

Na mudança de atitude não há mal que não se mude
Nem doença sem cura
Na mudança de postura a gente fica mais seguro
Na mudança do presente a gente molda o futuro

Até quando você vai levando porrada!
Até quando vai ficar sem fazer nada?”

E a música é essa:

Querem outro vídeo que, entre outras coisas, passa o mesmo recado?

“The people who are crazy enough to change the world, are the ones who do.”


Vocês reconhecem a voz do narrador?

Pra quem fez o Você: “O mundo muda quando você muda.”

O camarada Gandhi disse: “Be the change you want to see in the world.”

TÁ TODO MUNDO DIZENDO A MESMA COISA!

E se você acha que há pessoas excepcionais no mundo, cito uma frase que até segunda ordem é de autoria de um professor de música que eu tive (e que alguns de vocês já devem ter lido por aqui): “Não há grandes feitos… o que existe é uma média preguiçosa… e não existe orgulho algum em estar acima dela.”

Se você acha que há pessoas excepcionais no mundo, acho que não preciso dizer se você está acima ou abaixo dessa média preguiçosa, né? “Tudo na vida tem um preço”… os excepcionais pagaram antes… os demais, pagaram/pagam/pagarão depois… o preço a gente sempre paga…

Para os notáveis, houve sorte? Se você acredita na sorte, você, para manter a coerência, deve acreditar no azar (ou falta de sorte)… essa conversa toda de sorte é um post a parte, mas fica como exercício refletirem sobre isso… peguem alguém, preferencialmente próximo, que vocês consideram bem sucedido e se perguntem: ele teve sorte? Agora façam o contrário: peguem alguém que vocês acham que é um loser e façam a mesma pergunta: ela teve azar? Eu arriscaria dizer que vocês não responderão “sim” para os dois casos…

Para alguns, ter sorte é estar no lugar certo na hora certa… o raciocínio é válido… mas a analogia que eu prefiro fazer sobre “lugar certo” é “estar preparado… ter o conhecimento… ter as condições satisfeitas…” e, com essa analogia em mente, vi um tweet que casou muito bem com o raciocínio… que, para essa frase de “estar no lugar certo na hora certa”, o tweet diz: “Para estar no lugar certo na hora certa, primeiro, chegue no lugar certo, e depois, espere a hora certa chegar.” Casando esse raciocínio com a minha analogia de “lugar certo” = “estar preparado”, você acredita que houve sorte na vida das pessoas bem sucedidas?

Gente, até quando você vai ficar sem fazer nada? Life is too short… o tempo passa… o tempo passará one way or another…

Resolvi “me jogar” em Fevereiro, faz 8 meses… em uma conversa recente que eu tive com pessoas do meu último emprego, vi que a situação na empresa é a mesma… as reclamações eram as mesmas há quase 2 anos, quando eu ainda estava lá… elas são as mesmas hoje, 8 meses após eu ter saído… e se elas continuarem lá, provavelmente as reclamações serão as mesmas daqui a 2 anos… o que quero dizer é: pra quem não muda, NADA muda… o tempo parece que pára…

O que eu ganho dizendo/escrevendo essas coisas pra vocês? Bom, nos meus estudos do Espiritismo, algo que eu ouvi e que achei tem sentido é: Jesus, muitas vezes, pregava em forma de parábolas… por que? Parábolas são histórias… e histórias sobrevivem melhor ao tempo do que lições prontas… e a lição e/ou moral da história vem com o discernimento que cada um tem para reconhecê-la e isso tende a vir na hora certa… quando eu era menor, por ter estudado em colégio Católico, em uma das aulas de religião escutamos a parábola do semeador… naquela época, e nas explicações mais frequentes que vemos até hoje, o foco está no lado da terra e/ou em que “tipo de terra” nós somos… mas existe uma mensagem “implícita” nessa parábola, que é: o semeador não deixou de semear independente das condições das terras pelas quais ele passou…

Espero que eu tenha compensado a minha ausência com esse post… eu gostaria de poder dizer que voltarei a escrever com mais frequência… mas é mais prudente dizer que tudo depende… =)

Só relembrando, “a verdade está lá fora”… e ela está GRITANDO para ser ouvida…

“Our work is never over”

Bom, acredito que todos os que “me” lêem sabem… estou abrindo uma empresa… tudo está sendo um aprendizado (aliás, o objetivo é primariamente esse)… até o momento, grana zero… baby steps, e mesmo assim, one step at a time… we just enjoy the ride… =)

Uma das primeiras coisas que vejo ser interessante fazer em uma empresa que está começando é definir:

  • a missão
  • a visão
  • os valores

Isso transmite a intenção e os princípios e, se feito direito, tem um efeito motivacional bem interessante!

E fica o conselho: tenham essas definições! Se a sua empresa não tem… se ela tem mas é muito “político” (ou seja, é um “blah blah blah” corporativo sem sentido prático pra você)… redefinam! Façam um para o seu departamento… para o seu projeto… para a sua baia… whatever, mas façam… I believe it works! O que cada um significa/representa é homework de vocês… não tem certo ou errado… tem o que funciona e o que não funciona…

Além dessa 3 coisas que eu mencionei, existe também quem defenda a existência de um mantra…

O que estou vendo que será o mantra pra mim, e/ou a empresa, é essa música:

Para os que não prestaram atenção na letra, o destaque vai para:

“Work it harder
Make it better
Do it faster
Makes us stronger
More than ever
[…]
Our work is never over”

Essa última frase, pra mim, teve um impacto significativo… dela, me vieram dois pensamentos que quero compartilhar com vocês… o primeiro, de um professor do MBA… o Kalaf… em um dos devaneios da matéria, estávamos falando sobre ser empregado ou ser o empregador (ele é defensor da ideia de se ter o próprio negócio) e ele soltou em alto e bom tom: “TRABALHEM COMO SE A EMPRESA FOSSE SUA!!!”… e completou baixinho: “um dia, ela será”… fica pra reflexão de vocês…

O segundo pensamento que quero compartilhar é mais sobre a frase “Our work is never over” da música. Eu vejo que as coisas são bem por aí… tem um caso da Motorola que eu acho que pode ser usado como mau exemplo, que eu acompanhei mais de perto: o sucesso de vendas do V3… qual foi o resultado desse sucesso de vendas? Uma estagnação… concentraram muito esforço em modelos bem parecidos com o V3, o que é natural, né? Afinal, as vendas estavam indo bem… mãs (com til)… foi nessa época que Nokia, LG e Samsung, comparados à Motorola, deslancharam…

Uma brincadeira, ainda dentro desse segundo pensamento, é o que eu imagino que aconteceu na Apple… o iPad está entre os maiores sucessos de vendas da história de um dispositivo eletrônico… o que eu brinco é dizer que, no primeiro dia após o anúncio do iPad 1, às 9h00 da manhã, o Steve Jobs chegou pra trabalhar, marcou uma reunião geral e disse: “Ok guys, iPad 2… let’s do it!”… o que eu normalmente digo após essa brincadeira é: “I’m exaggerating… but I’m not kidding… and I’m probably not wrong”…

Se você fica feliz na Sexta-feira… e triste no Domingo à noite… something’s wrong (parte disso é assunto engatilhado pra outro post)… “Our work is never over”… e esse é o recado que eu quis compartilhar com vocês hoje…

Peace!

“I collect bad wines”

Poucas vezes vemos recados tão bem dados de maneira tão objetiva…

…that’s it…

Evolution…

Hoje o assunto é evolução… e, estranhamente, para começar o raciocínio, começo pelo seguinte: para os que não sabem, estou sem comer carne (incluindo frango) há um tempo… e, antes, devido ao hábito de comer carne, eu voluntariamente optei por não assistir dois documentários que fazem crítica a esse hábito… são eles: “A Carne é Fraca” e “Earthlings”…

Os 2 documentários são recomendações que faço… mas não insistirei para que assistam… é melhor saberem que eles existem e que deixem para assistí-los quando estiverem mais receptivos…

Ambos tratam de mostrar quais as consequências do consumo de produtos de origem animal… e o filme “Earthlings” em particular, termina com uma reflexão interessante… que me fez refletir sobre evolução…

Abre parênteses, o filme começa falando pela definição de “terráqueos” (tradução do título “Earthlings”)… e em uma pequena e insignificante pesquisa que eu fiz entre conhecidos, fiz a pergunta: “O que é um terráqueo?”… em 100% dos casos, responderam “um homem/ser humano”… gente, animais e plantas entram nessa, viu? Fecha parênteses…

Sobre o filme, ficou claro pra mim que o respeito aos animais é um sinal de evolução… aliás, a reflexão que fiz em cima disso é que uma parcela do que considero como evolução da humanidade vem do respeito, aceitação e/ou tolerância para com o outro… e isso acontece em diversos níveis…

A história recente nos dá exemplos de desrespeito, não-aceitação e/ou intolerância para com pessoas da “raças” diferentes…  em especial para com os negros… eu acredito que ainda chegaremos ao ponto onde acharemos que esse comportamento é tão risível ou lamentável quanto acharmos que a Terra era quadrada… hoje, é difícil achar que esse dia chegará, não?

Temos exemplos de desrespeito, não-aceitação e/ou intolerância para com as mulheres… acredito que ainda chegaremos ao ponto onde acharemos que esse comportamento é igualmente risível ou lamentável quanto o exemplo acima…

Hoje, há quem ache natural os animais nos servirem de alimento… acredito que ainda chegaremos ao ponto onde acharemos que esse comportamento é risível… lamentável já é…

As piadas e argumentações que fazemos hoje, são as mesmas que fizemos no passado… o que muda é o contexto… hoje conseguimos compreender e, em alguns casos, até rir dos absurdos em que acreditávamos no passado…

A evolução é lenta, contínua e desigual, mas existe… pessoas morreram sem mudar de opinião… e talvez muitos de vocês que estão lendo isso também morrerão sem mudar de opinião… mas pouco a pouco as coisas foram, e estão, acontecendo… ainda há vestígios de intolerância para com negros… com as mulheres… com os menos inteligentes… com os animais… mas a gente chega lá…

Em uma dessas discussões, levantou-se a questão: “um índio é menos evoluído que nós?”

Respondo: a avaliação do “nível de evolução”, no fundo, pouco importa… o que importa é saber como lidar com o indivíduo no estágio em que ele estiver… o que, discutivelmente, exigirá um grau de evolução maior…

A evolução tem 2 vertentes… elas não são concorrentes… elas se complementam… apesar de não necessariamente mensuráveis, existir desequilíbrio entre as duas nos deixa mancos… essas vertentes são: intelectual e moral…

A evolução moral é uma coisa mais atemporal e que eu arriscaria dizer que se encaixa em qualquer contexto… a avaliação dela se dá pela compreensão da intenção e das consequências do que fazemos…

Uma avaliação da evolução intelectual depende de contexto… saber caçar, saber nadar, saber se defender, saber ler ou saber programar em Java é o que vai “garantir” a sobrevivência (sua e das pessoas do seu convívio) dependendo da situação…

Uma representação visual que arrisco evidenciar, tentando não deixar as coisas caírem pro lado religioso, é:

Evolução Moral

 

 

 

 

 

 

 

O raciocínio poderia continuar… mas acredito que o recado está suficiente exposto…

Acredito que em passos lentos, estamos todos evoluindo… todos os dias… pouco a pouco… o resultado aparece com o tempo, e o imediatismo é só uma ferramenta para a frustração…

Evolução e avanço tecnológico são outros 500… e a energia pra querer entrar em detalhes acabou… rs… mas não foi nesse contexto que eu enxerguei a pergunta do índio que foi feita…

Fico por aqui!

PS. Para quem quiser, o documentário “Earthlings” pode ser visto aqui… é 1h35m de filme…