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Talvez essa seja a primeira vez que eu escrevo sobre algo que eu prometi em posts anteriores… ninguém anotou as outras promessas anteriores, né?

Bom, falemos sobre o sentimento de pena… dó… e porque eu acho que esses estão entre os sentimentos mais destrutivos… mas antes, vamos listar aqui o talvez principal motivo (senão o único) pelo qual as pessoas sentem pena: “identificar que um evento aversivo atingiu, atinge ou atingirá o outro.” Qual o principal problema disso?

Antes de responder, quero que se lembrem da escala de orientação emocional segundo os autores do “Peça e Será Atendido”. Escrevi há tempos um posto só com essa lista, e ela está aqui, para os que não se lembram. Relembraram lá? Ok, voltemos a pergunta então: qual o principal problema em “identificar que um evento aversivo atingiu, atinge ou atingirá o outro”? O problema está no julgamento da situação. Quem tem pena, julgou o que aconteceu como aversivo, como ruim… e já tivemos essa conversa de “nada é por acaso”, “tudo na vida tem um preço”, etc, né? Continuando então, e qual o problema desse julgamento? O problema é que se a pessoa não estiver firme e forte na frequência dela, ela vai se achar merecedora dessa pena… se achar merecedor dessa pena só vai abaixar o nível de vibração dessa pessoa ainda mais… você arrebenta a pessoa… possivelmente joga a frequência dela lá pra 21/22 da escala…

Gente, sentir pena não ajuda em nada. Podemos ajudar sem ter pena… a pena não é pré-requisito pra querermos ajudar… e outra, na maioria dos casos, é a própria pessoa que tem que se ajudar… a gente pode até ajudar alguém a se ajudar… mas no fundo, tudo depende dela…

Observação importante, hein? Não ter pena, não significa ser implacável, super sincero com os sentimentos/situações alheias… é possível, pra não dizer necessário, sentirmos compaixão… compaixão segundo a visão de Dalai Lama em “A Arte da Felicidade” (assunto pra outro post)…

Fico por aqui porque tá tarde… 1234 SEMPRE!

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