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Post extremamente viajante… e pode conflitar com pontos de vista religiosos de uns, mas, como sempre, usem o filtro de vocês pra ficar com somente o que interessa… mesmo que não seja nada do que eu escrever… rs…

Vou fazer uma analogia consideravelmente tosca mas talvez bem explicativa daquilo que eu pude compreender de alguns conceitos espíritas enquanto eu estava mais envolvido com isso…

A nossa vida é um jogo… nós, pessoas, somos espíritos… nosso personagem no jogo, o Super Mario, somos nós aqui na Terra…
Há um número incontável de pessoas que querem jogar… mas há poucas oportunidades para todos… existe uma “fila de espera”… e quando temos a chance, ficamos muito felizes… tente imaginar 10 pessoas e 1 video game só…
A gente percebe que vai poder jogar e na nossa cabeça, a gente sempre quer jogar melhor do que jogamos na vez passada… a gente não quer morrer do mesmo jeito… a gente foi adquirindo experiência em todas as outras vezes que a gente jogou…
Nós, espíritos, sabemos como jogamos e o que aconteceu nas outras vezes que jogamos, mas quando encarnamos o Super Mario, a gente perde a ciência do que aconteceu nas vidas anteriores… para o Super Mario, é como se ele estivesse aparecendo naquela fase pela primeira vez…
Parênteses, se eu tiver que escolher um jogo para representar melhor essa minha analogia, eu escolheria o The Sims… até onde sei, esse jogo simula uma vida real e nele, você pode escolher entre fazer exercícios físicos ou estudar… tem que comer senão passa fome e se comer demais, engorda… tem relacionamentos, etc… ou seja, mais ou menos o que acontece com a gente… fecha parênteses…
Nós, espíritos, sabemos qual é o objetivo do jogo… mas quando viramos o Super Mario, a gente não sabe, e vai descobrindo no decorrer das fases… mais cedo ou mais tarde, a gente morre… não temos “Continue”, é sempre “Game Over”, mas a gente sempre pode jogar de novo, desde o começo… mas temos que passar por toda a fila de espera novamente… há quem possa dizer que os “Continues” são essas “near death experiences”, onde encontramos com algum anjo/espírito que nos faz escolher um caminho e aí a gente volta… isso é uma parte mais viajante do que eu me propus no começo… rs… deixemos isso pra lá… mas conheço gente que já diz ter passado por isso (não vamos discutir nossas crenças sobre isso, por favor)…
Mais cedo ou mais tarde também, a gente termina o jogo sem morrer… talvez nessa analogia “espírita”, terminar o jogo seja virarmos “Anjo da Guarda”… não parei pra pensar nisso ainda…
Às vezes, a gente pula umas fases… no Super Mario dá pra fazer isso… mas aí, quando a gente morre (ou termina o jogo), a gente retoma a consciência e ao analisar a “jogada” e percebermos que pulamos aquela fase, sabemos que teremos que jogar novamente para passar por ela…
É só jogando que a gente adquire experiência no jogo… é por isso que ficamos felizes quando temos a oportunidade de jogar… às vezes, não ficamos felizes ao saber quem serão nossos parceiros no jogo… e a gente “passa a vez”, e inevitavelmente volta pra fila de espera…

O objetivo dessa tosquice toda foi o de explicar grosseiramente o conceito de reencanação… o fato de que aprendi que um espírito fica feliz quando ele sabe que vai reencarnar… a questão da não ciência das outras vidas quando estamos encarnados… a questão de que o nosso grande objetivo, é terminarmos o jogo sem morrer… de que teremos que passar por todas as fases… de uma das possibilidades do aborto espontâneo… e implicitamente ou talvez  subliminarmente, expor a seriedade do assassinato… tirar a vida de alguém, ou dentro da analogia, forçar alguém a parar de jogar, é tirar dela a oportunidade de se melhorar… aliás, esse conceito me fez também mudar de opinião sobre pena de morte…

Quase que sinto necessidade de pedir desculpa por tamanha baboseira que escrevi hoje… mas blah…

Fico por aqui… 1234 SEMPRE!

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