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Pausa no hábitos para mudarmos de assunto… 

Senti a necessidade de falar sobre o preconceito um pouco… a palavra preconceito existe no vocabulário de todos, mas às vezes eu acho que há nuances que passam despercebidas… 

Uma definição interessante: “Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou “estranhos”. Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém ao que lhe é diferente. De modo geral, o ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada estereótipo. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento, ou seja ele tem uma base irracional e por isso escapa a qualquer questionamento fundamentado num argumento ou raciocínio.” – Wikipedia

E um trecho de outra definição que achei interessante: “O preconceito racial é caracterizado pela convicção da existência de indivíduos com características físicas hereditárias, determinados traços de caráter e inteligência e manifestações culturais superiores a outros pertencentes a etnias diferentes.” – Mundo Educação 

Creio que todas as pessoas do meu convívio sabem qual a definição de preconceito… e creio que boa parte se dirá livre de preconceitos… eu particularmente discordo, mas não esse  o meu objetivo aqui… o meu objetivo hoje é falar sobre tipos e consequências de preconceitos… 

Quando falo tipos de preconceito, não me refiro a preconceito social, racial, sexual, etc…  isso eu chamo de objeto do preconceito…estou me referindo a como o preconceito se manifesta… 

Grosseiramente, vejo que o preconceito se manifesta de três maneiras: 
– com indiferença 
– com revolta 
– com asco 

Talvez haja outros tipos… mas foi nesses que eu consegui pensar agora… 

Parênteses… é possível termos diferentes tipos de preconceito para diferentes objetos de preconceito… em termos sociais, você trata com indiferença… em termos sexuais, você trata com revolta, etc… fecha parênteses…

Continuando… acho que os dois maiores objetos de preconceito, em termos de volume, é racial, principalmente contra negros… e social, principalmente contra pobres… mas o preconceito por parte deles, pelo menos hoje em dia, normalmente é manifestação de indiferença… os brancos e/ou ricos (tô generalizando embora eu saiba que há exceções, claro) ficam na deles… eles não ligam para o que acontece e como o convívio geralmente é evitável, eles não sofrem com isso… eu até diria que na maioria dos casos, a maior ação em torno do preconceito seja em forma de piadas… agora, existe também o preconceito com os brancos e/ou os ricos… e, pelo que vejo, o preconceito para com eles é pior pois normalmente é manifestação de revolta… apesar do convívio também não acontecer (e eu até arriscaria dizer que é por falta de opção), a manifestação do preconceito é muito maior… é destrutiva… uma mágoa que não passa… e uma ferida difícil de curar… 


Não estou julgando os preconceitos… aliás, preconceito por si só já tem o seu preço… o que eu quero tratar aqui são as consequências do preconceito… 

Se a manifestação do preconceito de uma pessoa se dá pela indiferença, essa pessoa sofrerá de todas as consequências do preconceito… não tem como fugir disso… mas a indiferença é algo que por si só, não causa mal a quem sente… 
Se a manifestação do preconceito se der pelo asco… novamente teremos apenas as consequências do preconceito… mas não vejo que repulsa, por si só, também faça mal a quem sente… 
Agora, se a manifestação do seu preconceito se der pela revolta, além dos prejuízos decorrentes do preconceito, você sofrerá as consequências da revolta… 

Quais as causas da revolta? Isso é um ponto polêmico eu acho… talvez algo que as pessoas dificilmente vão admitir… mas acho que dentre as causas de revolta estão, principalmente, sensação de injustiça e/ou inveja… consequências da revolta é raiva, talvez tristeza, frustração, mágoas, ou seja, coisas ruins… 

E faça-se essa pergunta… e responda sinceramente: será que você, no lugar deles(as), seria diferente? 

Outro parênteses… aqui no Brasil não se vê muito preconceito contra brancos pois não temos lugares dominantemente populados por negros… negros de verdade e não essa mistureba toda que temos aqui… mas nos Estados Unidos, por exemplo, o preconceito existe… e, hoje em dia, é mais manifestado em cima dos brancos do que dos negros… fecha parênteses… 

Por que estou falando disso tudo? Digo isso tudo pois o “preconceito revoltado” tem consequências… abaixo está uma coisa que eu recebi há um tempo e acho bastante plausível… 

Vou colocar o e-mail na íntegra: 

Segundo a psicóloga americana Loise l. Hay, todas as doenças que temos podem ser criadas por nós. Afirma ela que somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no nosso organismo. "Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão", diz a psicóloga americana Louise L. Hay. Sempre que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem precisamos perdoar. Quando estamos empacados num certo ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva e vingança são 

sentimentos que vieram  de um espaço onde não houve perdão. Perdoar dissolve o ressentimento. A seguir, você vai conhecer uma relação de algumas doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise. Reflita, vale a pena  tentar evitá-las: 


DOENÇAS / CAUSAS: 
AMIGDALITE: Emoções reprimidas, criatividade sufocada. 
ANOREXIA: Ódio ao extremo de si mesmo. 
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do fluxo do que é bom. 
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em ver o bem. 
ARTRITE: Crítica conservada por longo tempo. 
ASMA: Sentimento contido, choro reprimido. 
BRONQUITE: Ambiente família inflamado. Gritos, discussões. 
CÂNCER: Magoa profunda, tristezas mantidas por muito tempo. 
COLESTEROL: Medo de aceitar a alegria. 
DERRAME: Resistência. Rejeição à vida. 
DIABETES: Tristeza profunda. 
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga. 
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de autovalorização. 
ENXAQUECA: Medos sexuais. Raiva reprimida. Pessoa perfeccionista. 
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas pelo parceiro. 
FRIGIDEZ: Medo. Negação do prazer. 
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação de condenação. 
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos determinados. Raiva do passado. 
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a mudanças. 
INSÔNIA: Medo, culpa. 
LABIRINTITE: Medo de não estar no controle. 
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de apoio. 
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego ferido. 
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada. Não aceitar a si mesmo. 
PNEUMONIA: Desespero, Cansaço da vida. 
PRESSÃO ALTA: Problema emocional duradouro não resolvido. 
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor em criança. Derrotismo. 
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado. Medo de não ter dinheiro suficiente. 
PULMÕES: Medo de absorver a vida. 
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa evolução. 
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem, mágoas. 
REUMATISMO: Sentir-se vítima. Falta de amor. Amargura. 
RINITE ALÉRGICA: Congestão emocional. Culpa, crença em perseguição. 
RINS: Crítica, desapontamento, fracasso. 
SINUSITE: Irritação com pessoa próxima. 
TIREÓIDE: Humilhação. 
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular remorsos. 
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o bastante. 
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se sobrecarregado. 

Curioso não? Por isso vamos tomar cuidado com os nosso sentimentos… principalmente daqueles que escondemos de nós mesmos.”

Pelamor, não estou falando que o que está descrito aqui é a única causa… por favor, continuem passando protetor solar… não me responsabilizo, hein? Mas pensem em pessoas que tiverem ou têm certas doenças mencionadas acima… a causa associada faz sentido? Eu acho que faz em vários casos… e é por isso que eu estou escrevendo sobre o preconceito… na verdade, estou escrevendo sobre a poosível revolta resultante de algum preconceito… 


O hábito 1 explica o conceito de “círculos de influência e preocupação”… há coisas sobre a quais temos controle… e outras não… para as coisas sobre as quais não temos controle, repita comigo: “Senhor, dai-me a coragem para mudar as coisas que podem ser mudadas, a serenidade para aceitar as coisas que não pode ser mudadas, e a sabedoria para distinguir umas das outras”… em outras palavras: esqueça essa mágoa e se permita ser feliz, ou tente realmente resolver o problema…

Com relação a essa percepção de um mundo todo errado, fica a frase: “O seu mundo muda, quando você muda”.


Fico por aqui… esse é o último post longo das minhas férias, imagino… 

1234 SEMPRE!

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