>

Esse post tava engatilhado há algum tempo e confesso que eu até cheguei a esquecer o que eu queria dizer… mas hoje eu lembrei, e compartilho com vocês…

Para quem anda “me lendo” há mais tempo, deve ter percebido que ultimamente, o que eu li nos 7 Hábitos tem surgido com alguma frequência nos meus posts… hoje não será diferente…

Muito se diz sobre a sabedoria milenar Japonesa… existe motivo pra isso, sem dúvida… mas hoje, quero falar sobre um simplíssimo conceito que está muito bem casado com o Hábito 1 e que, no meu ponto de vista, tem um impacto muito interessante… mas antes, pergunto: qual a consequência negativa de se desejar “boa sorte” a alguém? Muito provavelmente, ninguém dirá que há problema… mas quem leu o tal livro, talvez enxergue uma brecha…

Gente, quando falamos em “sorte”… parece ser algo que depende de nós? Preciso dizer mais?

Na cultura e língua Japonesa, a palavra/termo “boa sorte” não existe… a palavra que mais se assemelha à intenção de boa sorte é ganbatte. E a tradução literal de ganbatte é “faça o seu melhor”… paremos e pensemos: o que está mais alinhado com o ser proativo? Sorte? Ou você fazer o seu melhor? Eu vejo que desejarmos que as pessoas façam o seu melhor interiozará cada vez mais o conceito de que as coisas dependem de nós… de que somos responsáveis pelo que acontece conosco…

Pequeno parênteses: outro dia, em conversa com a Adriane, lembro de termos dito: “É muito bonito você dizer/acreditar que você é responsável pelo seu destino… mas muitas pessoas, principalmente as insatisfeitas, não gostam de ouvir que você foi responsável pelo seu destino até aqui… pensem nisso… fecha parênteses…

Então, pra arrematar… nada de desejar sorte pros outros, hein? Vamos fazer as pessoas perceberem que as coisas dependem delas, e não de sorte… com isso, elas só têm a ganhar…

Ganbatte! 1234 SEMPRE!

Advertisements