É a primeira vez em semanas (ou meses) que eu, por vontade, e não por “necessidade” resolvo sentar pra escrever… a consequência positiva disso é que eu consigo olhar para os tópicos que eu tenho na fila e escolher um…

O tópico de hoje é mais um proveniente dos “7 Hábitos”… e tem a ver com a responsabilidade… muito provavavelmente já tem gente ficando cansada desse assunto, mas vejo que essa refllexão se faz necessária…

Creio que esse post será curto…

Eis uma frase que eu li no livro: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.”

Particularmente, eu enxerguei “problema” nessa frase com o sentido de “culpa”… e eu já escrevi sobre isso aqui… mas eu vim dar um exemplos de como essa coisa se manifesta…

Casos verídicos…

No primeiro caso que eu gostaria de mencionar, uma pessoa fez um comentário que não agradou alguém… eu conversei com as duas pessoas envolvidas… obviamente, como talvez muitos já possam concluir, eu, na minha característica neutralidade, achei que ambos estavam errados… por um lado, pelo fato de terem se deixado atingir por comentário tão banal (sorry, mas não serei específico com relação ao conteúdo)… é curioso como a opinião negativa sobre algo nos incomoda… o mesmo incômodo não seria gerado se a opinião fosse positiva e vinda da mesma pessoa… o que me leva a concluir que, no fundo, no fundo, o comentário incomoda quando os incomodados acham que o comentário é verídico… quando têm a mesma opinião, embora exteriorizem o contrário… bom, ok… a crítica aqui vem do fato de não estarmos no controle do nosso nível vibrátil, o que faz com que fiquemos “com a guarda baixa”… blah… no contexto das minhas intenções de hoje, o problema maior está nas pessoas que fizeram o comentário… dias/semanas após o ocorrido, em conversa com os donos do dicurso, eu falei da reação que tiveram com relação ao comentário… muito estava sendo produtivamente discutido até que soltaram um “cara, se não gostaram do que falamos, o problema é dela” (ops, deixei escapar que foi com uma mulher… blah)…
Nesse ponto, eu não argumentei mais nada… ao fazerem esse comentário, o que provavelmente fizeram? Pararam de pensar… não se questionaram se o comentário passou pelas “três peneiras”… e é difícil vermos um comentário reprovar nas três como esse… mas tudo bem… na cabeça dessas pessoas, se alguém não gosta do que você fala, o problema é de quem ouve…

Aliás, vou mudar o foco do tópico da minha intenção inicial pra falar das três peneiras… ah, não! Vou falar outra coisa…

Gente, sabe aquela coisa de lâmpada mágica e três desejos? Bom, se eu tivesse um único desejo, eu sei exatamente qual seria… o meu desejo seria: que a ironia seja extinta!

É sério… eu não vejo nada de útil na ironia… porque algumas pessoas não conseguem ser francas? É muito mais fácil, honesto, honroso e simples você dizer o que pensa… dizer o que quer… por que fazer uso da ironia? Eu, particularmente, enxergo pessoas irônicas como pessoas fracas, que não conseguem ou têm medo de se impor… medo de se abrir… medo de se revelarem… de realmente mostrar quem são… se você normalmente faz uso da ironia, pare e pense… do que você tem medo?

Só pra constar, talvez eu abra uma exceção para os que usam a ironia para fins de humor, mesmo assim, eu não considero a ironia humorística como humor inteligente… sorry…

Bom, desculpem o post desmotivacional-melancólico… mas fica pra reflexão:
1. A frase: “Cada vez que pensamos que o problema não é nosso, essa atitude é o problema.” Stephen Covey
2. A história das três peneiras… (procura no Google caso não tenha ouvido falar disso ainda)
3. Essa pseudo-reflexão sobre a ironia…

Pretendo, em breve, escrever sobre um ponto de vista interessante que eu li sobre o conceito de sucesso…

É isso…

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