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É… podem dar bronca… mereço… acho que nunca fiquei mais de 2 meses sem escrever… tenho desconto por ter sido fim de ano? Bom, desculpas a parte… ainda devo o balanço do ano e o Top Ten 2009… quem sabe com esse post de hoje eu volte à ativa como “antigamente”?
Motivo para o post de hoje? Amanheci com uma frase em mente… uma frase tirada de “O Pequeno Príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry… a frase é: “Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” Nisso, eu Googlei a frase e um dos links que me apareceu foi o do Yahoo Respostas… que copiarei a seguir… e um video no YouTube…
Ouvi de um amigo que o livro “O Pequeno Príncipe” será interpretado por nós de maneiras diferentes se o lermos em épocas distintas de nossas vidas… eu quero ler esse livro de novo…
Bom, segue o texto que achei aqui:
“Exupéry explicou muito bem isso quando o principezinho pergunta a raposa :
O que quer dizer cativar ?
Tu não és daqui, disse a raposa. Que procuras?
Procuro amigos, disse. Que quer dizer cativar?
É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa criar laços…
Criar laços?
Exatamente, disse a raposa.
Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás pra mim o único no mundo. E eu serei para ti a única no mundo…
O livro ‘O Pequeno Príncipe’ ajuda-nos entender os mistérios do amor e da amizade.
E como o se lançar nesta paciente procura dos segredos do amor e da amizade.
Geralmente, as pessoas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, isso acaba numa transformação mútua.
Como a raposa diz:
Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim… Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo.
A amizade e o amor pode ter como origem uma conversa um comentário. Se cativamos, mudamos a pessoa e somos mudados por ela.
Só que a menos que cativemos essa amizade, este amor, ele não existira.
Por isso que entendo que a amizade e o amor não consiste em olhar um para o outro, mas sim olhar juntos para fora na mesma direção como escreveu Saint Exupéry.
Mas para atingir este grau de amizade, há necessidade de uma capacidade crescente de confiança e fidelidade mútua.
Lembre-se sempre que o amor é para as nossas vidas assim como a água e o sol para as plantas.
É interessante o que a raposa diz sobre isso:
A minha vida é monótona. Mas se tu me cativas, a minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos fazem-me entrar debaixo da terra. Os teus chamar-me-ão para fora da toca, como se fossem música.
A amizade é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além do respeito e da lealdade.
Se tu queres um amigo, cativa-me!”
E segue o video…
Achei a conversa inteira fantástica… inclusive a explicação sobre as consequência desse cativar… mas o que mais me chamou atenção nisso tudo foi o desfecho da conversa dele com a Raposa… sobre quando estavam se despedindo…

Um pergunta que me passa pela cabeça é: o ato de cativar é unilateral? Ou ele é mútuo? Ainda quero pensar na resposta… se quiserem me ajudar, por favor…

Eu parei para pensar se eu consegui cativar alguém… eu consigo pensar em algumas pessoas… e me sinto responsável por elas, tenho um carinho por elas… não consigo ser indiferente a ninguém que tenha feito parte do meu passado, sem exceções, e acho que isso não pode e nem deve ser exigido de ninguém…

Como no video, relacionamentos chegam ao fim… de um lado, um que cativou e se sente responsável… e outro alegando que estava triste… porém, feliz por ter sido cativado, por ter se sentido importante… o Príncipe questiona se tudo não foi uma perda de tempo… a Raposa acredita que não… Vinícius de Moraes também crê que não em “Que não seja imortal, posto que é chama. Mas que seja infinito enquanto dure.” Mais recentemente em “Crepúsculo”, cujo livro comecei a ler essa semana, a autora Stephanie Meyer também crê que não em “When life offers you a dream so far beyond any of your expectations; it’s not reasonable to grieve when it comes to an end.”…

Por que estou escrevendo isso? Porque percebi que é tendência humana julgarmos um relacionamento inteiro apenas pela maneira como ele terminou… isso é um puxão de orelha pra mim também… mas já comecei a enxergar certas coisas de maneira diferente por causa do que li e pensei hoje…

Bom, vou correr quem em breve tenho minha aula de piano… fico devendo um video do meu progresso nesse aspecto…

1234 SEMPRE! Com mais uma potencial Voceniana por perto! E eu querendo fazer o Diamond… mas isso é assunto pra outro post…

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