Category: empreendedorismo


“Our work is never over”

Bom, acredito que todos os que “me” lêem sabem… estou abrindo uma empresa… tudo está sendo um aprendizado (aliás, o objetivo é primariamente esse)… até o momento, grana zero… baby steps, e mesmo assim, one step at a time… we just enjoy the ride… =)

Uma das primeiras coisas que vejo ser interessante fazer em uma empresa que está começando é definir:

  • a missão
  • a visão
  • os valores

Isso transmite a intenção e os princípios e, se feito direito, tem um efeito motivacional bem interessante!

E fica o conselho: tenham essas definições! Se a sua empresa não tem… se ela tem mas é muito “político” (ou seja, é um “blah blah blah” corporativo sem sentido prático pra você)… redefinam! Façam um para o seu departamento… para o seu projeto… para a sua baia… whatever, mas façam… I believe it works! O que cada um significa/representa é homework de vocês… não tem certo ou errado… tem o que funciona e o que não funciona…

Além dessa 3 coisas que eu mencionei, existe também quem defenda a existência de um mantra…

O que estou vendo que será o mantra pra mim, e/ou a empresa, é essa música:

Para os que não prestaram atenção na letra, o destaque vai para:

“Work it harder
Make it better
Do it faster
Makes us stronger
More than ever
[…]
Our work is never over”

Essa última frase, pra mim, teve um impacto significativo… dela, me vieram dois pensamentos que quero compartilhar com vocês… o primeiro, de um professor do MBA… o Kalaf… em um dos devaneios da matéria, estávamos falando sobre ser empregado ou ser o empregador (ele é defensor da ideia de se ter o próprio negócio) e ele soltou em alto e bom tom: “TRABALHEM COMO SE A EMPRESA FOSSE SUA!!!”… e completou baixinho: “um dia, ela será”… fica pra reflexão de vocês…

O segundo pensamento que quero compartilhar é mais sobre a frase “Our work is never over” da música. Eu vejo que as coisas são bem por aí… tem um caso da Motorola que eu acho que pode ser usado como mau exemplo, que eu acompanhei mais de perto: o sucesso de vendas do V3… qual foi o resultado desse sucesso de vendas? Uma estagnação… concentraram muito esforço em modelos bem parecidos com o V3, o que é natural, né? Afinal, as vendas estavam indo bem… mãs (com til)… foi nessa época que Nokia, LG e Samsung, comparados à Motorola, deslancharam…

Uma brincadeira, ainda dentro desse segundo pensamento, é o que eu imagino que aconteceu na Apple… o iPad está entre os maiores sucessos de vendas da história de um dispositivo eletrônico… o que eu brinco é dizer que, no primeiro dia após o anúncio do iPad 1, às 9h00 da manhã, o Steve Jobs chegou pra trabalhar, marcou uma reunião geral e disse: “Ok guys, iPad 2… let’s do it!”… o que eu normalmente digo após essa brincadeira é: “I’m exaggerating… but I’m not kidding… and I’m probably not wrong”…

Se você fica feliz na Sexta-feira… e triste no Domingo à noite… something’s wrong (parte disso é assunto engatilhado pra outro post)… “Our work is never over”… e esse é o recado que eu quis compartilhar com vocês hoje…

Peace!

Bastidores…

Ainda tenho intenção de compartilhar minhas aventuras (pra não dizer desventuras) nessa nova fase… mas, como resumo, eu optei por sair do meu emprego por conta de duas oportunidades nas quais eu apostei… nenhuma das duas deu certo e é o aprendizado que ficou que eu quero compartilhar com vocês… mas isso vai acontecer em outro momento…

É possível que algumas pessoas na minha condição já teriam optado por voltar ao mercado, afinal, se os planos falharam, o que ficou em vista? Na prática, nada… em teoria, o aprendizado… o que já existia e continua existindo, aliás, até aumentou com tudo isso, é a vontade de empreender…

O que eu quero compartilhar com vocês hoje é um ponto de vista que estou percebendo que muita gente não enxerga… essa minha vontade de compartilhar isso com vocês veio de uma pergunta que me fizeram outro dia… vou usar um exemplo que não é o meu caso, mas vai dar pra entender… o diálogo foi mais ou menos assim:

– E aí? O que você vai fazer?

– Eu vou abrir um restaurante.

– Ah! E você vai cozinhar?

– Não.

– Uai… o que você vai fazer então?

– Todo o resto.

A minha interlocutora ficou olhando pra mim com cara de “ué?”… e depois a conversa foi para outros assuntos…

Tem uma frase que está sendo dita com cada vez mais frequência, que é: “conhecimento técnico é o meio, o importante é ter visão de negócio”… essa frase faz sentido pra vocês? Bom, vamos pensar um pouco sobre o exemplo que eu dei: qual o conhecimento técnico essencial para um restaurante? Acredito que haverá consenso de que esse conhecimento seja cozinhar. Agora vamos imaginar as seguintes situações:

Restaurante 1: só há cozinheiros…

Restaurante 2: há cozinheiros, garçons, gente pra gestão financeira, gente pra elaboração de cardápio, gente para gerir o feedback dos clientes, gente pra pensar em promoções, gente pra cuidar das compras (negociando com e selecionando os fornecedores), gente pra gerir o estoque,  gente para treinar o atendimento, gente para pensar em bebidas e gente pra pensar no site do restaurante (por exemplo)…

Partindo do princípio que ambos os restaurantes têm intenção de crescer, empregar gente e maximizar o lucro absoluto… qual desses terá maior chance de ser bem sucedido?

Pode haver margem pra discussão, mas imagino que um restaurante só com cozinheiros não vai sobreviver a não ser que o cozinheiros façam alguma coisa além de cozinhar… cozinhar, sim, é muito importante e a base para todo o resto… meio creio que haverá consenso de que nem só de cozinhar se faz um restaurante… alguém discorda disso? Reparem que eu, até agora, falei cozinheiro… e em restaurante, existe o chef… dêem uma olhada aqui pra ver qual a diferença…

Como vocês já devem ter lido aqui, quero crer, às vezes a gente consegue extrair lições/exemplos dos lugares mais inusitados… e se a arte imita a vida (e/ou vice-versa), um exemplo recente que posso citar para a falta de gestão acontece no filme da Bruna Surfistinha (vamos supor que a história é 100% verídica)… não vou entrar em detalhes aqui pois como o filme é recente, o que eu escreveria pode ser um spoiler… pra quem assistiu e quiser entrar no assunto, estamos aí…

Então, o recado de hoje é: não é só o conhecimento técnico que vai garantir a sustentabilidade… muita coisa rola nos bastidores…

Fico por aqui… aliás, que horário pra escrever, né? Só pra constar, pode haver quem discorde, mas eu considero escrever sobre esses assuntos como trabalho… talvez isso seja assunto de outro post… mas fica pra outro dia (ou madrugada)…

Livros…

“Não se negue a oportunidade de aprender alguma coisa, na pior das hipóteses, mais burro nóis num fica”. Essa frase eu acabo repetindo com alguma frequência… não muito raramente eu percebo nas pessoas uma certa relutância, hesitação em se permitirem a oportunidade de aprender algo novo… não quero entrar nos motivos disso, por uma questão bem simples, eu não sei… apenas desconfio… mas isso não interessa agora…

Mas porque estou dizendo isso? Estou dizendo isso pois recebi alguns feedbacks bem legais de alguns dos posts anteriores… se isso aconteceu, acredito que foi porque o que foi lido colaborou ao processo evolutivo dessas pessoas de alguma maneira…

Como uma pessoa cujo ponto de vista religioso está mais alinhado ao Espiritismo, prefiro acreditar que o nosso processo evolutivo moral e intelectual é coisa que transcende essa vida… e transcenderá as outras que virão… e as fontes para a nossa evolução estão em todo lugar… inclusive, nos livros que lemos…

Por esse motivo, fiquei com vontade de compartilhar com vocês a minha “biblioteca corporativa”… não li todos os livros que estão aí… nem todos os livros que li estão aí… há quem pode acreditar que nem todos os livros que estão aí podem ter relação com vida profissional (eu respeitosamente discordarei de quem o fizer)… mas fica aí como uma sugestão para quem quiser conhecer pontos de vista que considero bem interessantes…

Uma conclusão a que cheguei depois das primeiras aulas da pós foi: “nunca pararei de estudar”… seja por meio de livros, blogs (why not?) ou por meio de aulas… aliás, aproveito a oportunidade para pedir recomendação de livros e blogs a vocês…

Mando aqui uma lista de livros e blogs… eu ainda não li os livros e blogs daqui para fazer deles indicações minhas, mas fica aí para quem quiser conhecer:

http://marcelotoledo.com/2011/01/27/blogs-que-eu-recomendo/

http://www.saiadolugar.com.br/2010/01/11/livros-de-negocios-que-todo-empreendedor-devia-conhecer/

Até! Juízo!

Ultimamente, eu tenho pensado bastante em pronomes interrogativos… para que não lembra quais são, no Inglês é mais fácil lembrar deles pois todos começam com ‘w’… com exceção do “how”… são eles:

  • what / que
  • who / quem
  • when / quando
  • where / onde
  • why / por que
  • how / como

E por que eu tenho achado isso interessante? Bom, ultimamente eu tenho pensado bastante em toda aquela “sopa de termos” que eu mencionei aqui… e um desses termos é planejamento estratégico… aí eu percebi brincar com esses pronomes interrogativos te faz pensar em coisas de uma maneira diferente… pode ser que isso não seja novidade para alguns… mas eu nunca tinha parado (ou precisado parar) pra pensar nas coisas desse jeito… vou dar um exemplo:

Vamos supor que o seu trabalho é produzir alguma coisa que você pretende vender… no primeiro momento, é provável que você se preocupe com o QUE vão comprar… ou seja, provavelmente você focará no seu produto… isso, obviamente, não está errado… mas é interessante que você pense nos outros pronomes interrogativos…

Ou seja, é válido pensar:

  • no QUE vão comprar
  • QUEM vai comprar
  • QUANDO vão comprar
  • ONDE vão comprar
  • COMO vão comprar
  • e, por último e não menos importante, PORQUE vão comprar

No fundo, eu vejo que o último pronome é o mais importante… e isso está associado com outro termo na sopa… que é a geração de valor… o QUE vão comprar não é importante, e sim o PORQUE… o valor que você conseguir criar e oferecer é o que fará a diferença… e nesse aspecto, não vejo que tem muito segredo… tem uma frase que eu cito com alguma frequência que é: “é fácil enganar muitas pessoas por pouco tempo… é fácil enganar poucas pessoas por muito tempo… mas enganar muitas pessoas por muito tempo é muito difícil”… e por favor, o seu objetivo não deve girar em torno de provar que existe um equívoco nessa frase, pois assim você só está buscando meios de enganar alguém… lembram do 4° hábito? Então… é disso que estamos falando… mas pra citar as coisas de um jeito mais objetivo, copio o trecho de um livro* bem interessante que eu ainda não terminei:

“É preciso saber que os seus clientes não são estúpidos. A curto prazo, beneficiado pelo fator novidade, você poderá vender uma coisa diferente, mas se não oferecer algum valor real, tudo acaba ali, e o cliente não voltará. A médio prazo, você estará falido.”

Fico por aqui… depois a gente continua…

*O livro é “O Livro Negro do Empreendedor”

Acho que estou começando a sentir os primeiros sinais do efeito colateral de fazer “home office”… mas estou certo de que tudo isso mudará quando estabelecermos os escritório…

…outro sinal que estou começando a sentir é do efeito de responsabilidade por TUDO que acontece… recebi um convidativo tweet para uma cerveja hoje e não fui por causa do caminhão de coisas que têm para fazer… a “literatura” diz que é bom estabelecer limite, mas por enquanto a sensação de culpa ainda tá me segurando…

…no pain, no gain…

Chapter 1.2… sopa de termos…

Não, não é sopa de letrinhas… é sopa de termos… a medida que vamos estudando, cada vez mais termos aparecem… e os conceitos associados a esses termos é bem interessante… obviamente, no estágio atual da Mindbike, não é o momento de se investir esforço em todos esses aspectos… mas é tudo muito interessante…

Segue a lista dos termos mais recentes:

Pensamento Sistêmico, Aprendizado Organizacional, Cultura de Inovação, Constância de Propósitos, Liderança, Visão de Futuro, Missão, Geração de Valor, Desenvolvimento de Parcerias, Responsabilidade Social, Estratégia Competitiva, Gestão Financeira, Matriz BCG, Plano de Ação, Plano de Negócios, SWOT, Risco, BSC…

…sim, é tudo muito interessante… e vamo que vamo…

Chapter 1.1…

Acho que ainda é cedo pra chamar de chapter 2…

Mas um trecho da trajetória…

  1. Sem hora pra começar a trabalhar… sem hora pra terminar… mas como a gente sabe que tá construindo um catedral, tudo fica mais fácil…
  2. Gastos… e mais gastos… o mais recente, com a elaboração de cartões de visita…
  3. Aprendizado presencial… o próximo, os cursos do SEBRAE…
  4. Aprendizado “remoto”… livros… a lista só aumenta… o último adquirido: “O Segredo de Luísa”… depois eu divulgo a trajetória das minhas leituras…
  5. O café é melhor… =)
Próximos passos…
  1. Avaliação do estabelecimento de um escritório…
  2. Planejamento estratégico…
  3. Contatos… contatos… contatos…
É isso… vamo que vamo…

Chapter 1…

Day 1…

Hmmm… não sei por onde começar… então vou começar explicando…

Após 7 anos e meio, não estou mais trabalhando no Instituto Eldorado… movido por uma série de variadas fontes de motivação, resolvi abandonar o mundo dos benefícios CLT e trabalhar em empresa própria… como eu escrevi no meu e-mail de despedida lá (que pretendo colocar aqui também), o momento é o de deixar algumas certezas de lado…

Para alguns, abandonar a “garantia” de salário no final do mês é um ato de coragem… para outros, um risco necessário, afinal, não existe outra maneira de sabermos se seremos bem sucedidos “on our own” se não tentarmos… quero crer que com um pouco de sorte, que muitos acreditam que não existe, daqui a alguns anos eu poderei compartilhar com vocês uma experiência que pode encorajar pessoas que querem fazer a mesma coisa que estou fazendo agora…

A reação, no geral, foi muito positiva e encorajadora… mas existe uma parte das opiniões que é mais conservadora e acha que nada substitui salário, 13°, férias, FGTS, etc… a insegurança, embora pequena, existe… essa insegurança era nula enquanto eu ainda estava empregado, mas, a medida em que a ficha vai caindo a ela vai e vem… confesso que, por 1 único segundo, pensei: “será que eu fiz a coisa certa?”… mas acredito que isso é reflexo de uma possibilidade de emprego oferecida por uma pessoa que acreditou que eu fui demitido…

Com relação ao Eldorado, tive um feedback muito positivo ao e-mail de despedida que enviei… e o carinho das pessoas de lá na despedida foi fantástico (e esse tipo de coisa passa despercebido no dia-a-dia… não deveria ser assim, mas acho que comigo não era diferente)… o clima lá é realmente muito bom…

Quais as expectativas que tenho agora? Várias… não só relacionadas a trabalho… com a suposta maleabilidade de horário que terei a partir de agora, pretendo finalmente acertar o rítimo de atividades físicas… pretendo me alimentar melhor pois acredito que terei mais controle sobre as opções que terei… pretendo escrever aqui com mais frequência (se preparem para posts ridiculamente longos novamente, sorry)… com relação a trabalho, a expectativa é de aprender muita coisa “the hard way”… não espero que as coisas sejam fáceis e prefiro que não sejam… “mares serenos não fazem bons marinheiros” e agora é hora de enfrentar tempestades… serei o único responsável pelo que der certo e pelo que der errado… e tudo será um aprendizado…

So, now you know… e mãos a obra!

Segue o e-mail de despedida que mandei lá:

Olá a todos, bom dia!

Como esse é o último e-mail que escrevo a vocês como colaborador do Eldorado, abrirei mão do meu direito (ou dever) de ser sucinto, afinal, existe chance desse ser o último e-mail que eu escrevo para alguns de vocês, embora, se vocês estão aqui copiados, eu espero não seja…
Estou há pouco mais de 7 anos no Eldorado. Isso pode não parecer muito tempo quando a gente olha pra trás… para entendermos a magnitude desse tempo, é melhor olharmos para o futuro. Estamos em 2011… tentem imaginar que vocês entraram hoje, e tentem imaginar que sairão somente em 2017. Muita coisa muda (e mudou) em 7 anos…
Nada do que eu fiz aqui foi resultado do meu único esforço, então é natural que eu tenha uma série de pessoas que merecem minha gratidão por causa de coisas que aconteceram durante a minha permanência. A lista é grande e as gratidões são inúmeras. Mencionar tudo é inviável e provavelmente cansativo pra vocês… mas tenham a certeza de que, se você recebeu esse e-mail, agradeço a você também. Fica um agradecimento especial para as pessoas que foram do BTC… o BTC foi o projeto de maior duração aqui e é dele que levarei as minhas melhores lembranças… mas as honorable mentions ficam para a Flávia e o Danilo, que foram a minha porta de entrada para o Eldorado. O Joaquim, que em cada conversa, sempre acrescenta em algum aspecto… e finalmente a Adriane, que foi a minha mais dedicada e fiel companheira (pra não dizer cúmplice até) nas peripécias profissionais em boa parte dos projetos onde eu tive a oportunidade de atuar…
Para a turma da Brigada, keep up the good work… a torcida continuará sendo para que nunca precisemos por em prática o que aprendemos… principalmente a “casa da fumaça”…
Para a turma da comunidade de Excel no Eldbook, quero crer que vocês acreditam que a intenção foi das melhores… o aparente descaso começou com um pico de projeto que resultou em muita hora extra… e, quando as coisas normalizaram, a exigência foi a de equilibrar/zerar o banco de horas, com isso, a comunidade ficou “esquecida”… o Takara tá pensando se dá continuidade na comunidade ou não… para os que não sabem, ele é co-fundador da comunidade e autoridade no assunto… e não deixem de participar do Workshop do dia 16 de Fevereiro, hein?
comunidade de Testes sofreu o mesmo destino da comunidade de Excel… e a intenção era igualmente boa… para as pessoas que trabalharam mais próximas a mim, a maré tá aí, just keep swimming… acredito que o contato com vocês continuará…
Para a turma dos shows, o período agora é de contenção… mas tão logo as coisas se estabilizem, “é nóis” com o serviço de bordo, Fernandão no volante e rumo a Sampa…
O Eldorado, pra mim, é e continuará sendo um “antro” de gente competente e tenho a convicção de que levo comigo muito mais do que eu trouxe para vocês. Continuarei torcendo pelo sucesso do Eldorado pois Eldorado é um “sobrenome” que eu levarei para onde quer que eu vá…
Pra mim, o momento é o de deixar algumas certezas de lado e partir para um desafio onde levo muito da experiência adquirida aqui…
Vale lembrar:
A saideira será nessa Terça-feira (01/02/11) no Quintal do Neto a partir das 17h30… (se chover, será no Bate Ponto, que fica ao lado e tem maior área coberta)
Em breve, passo pessoalmente para me despedir…
Ficam os meus contatos:
XX-XXXX-XXXX
Até!
Newton
Fico por aqui… até breve… dessa vez acho que será breve mesmo…