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Just sharing…

Post curto (pra não dizer praticamente inexistente)… o intuito é só quebrar o jejum de posts por aqui…

Escrever posts como eu escrevo costumam levar uma manhã, tarde ou noite inteira e com isso, é mais ou menos comum que fiquemos períodos sem escrever…

O post de hoje é só pra compartilhar dois videos de que gostei muito… é bem provável que todo mundo aqui já os tenha visto… mas o que me chamou a atenção é a “arte visual” da coisa… uma das minhas “frustrações” é não saber desenhar… e nesses dois videos, bom… see for yourselves…

 

Hope you enjoyed it…

É isso… fui!

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Compartilhando o sorriso…

Post mega curto que acredito que vai arrancar de você um sorriso também… fazia *tempo* que eu não via um sorriso desses… é… depois a gente fala disso… anyway…

A explicação que eu tirei daqui é essa: “O Chatroulette é um site que permite que duas pessoas em qualquer lugar do mundo entrem em contato aleatoriamente através de suas webcams. Foi usando essa ferramenta que um grupo de amigos planejou um encontro bem inusitado. Ao se conectar com uma menina chamada Diana, um dos meninos começa a cantar. O que parecia ser apenas mais uma conversa, acaba virando uma serenata de amor.”

E o video é esse:

Só isso… post curto…

Fui!

What’s going on with Music?

All, antes de começar a leitura desse post, vejam a matéria original aqui, ou então procurem uma versão em Português aqui.

Sobre isso, me perguntaram por e-mail: de que lado ficaremos?

Concordo plenamente com o Bon Jovi no que ele diz… mas o Steve Jobs não tem nada com isso… a mesma coisa aconteceu aqui no Brasil onde eu arriscaria dizer que menos de 1% da população “digitalmente inclusa” baixa/compra músicas pelo iTunes.

O Jobs só está sendo responsabilizado pelo Bon Jovi pois no EUA download gratuito de mp3 é crime de verdade e o iTunes é um dos meios que centralizaram o comércio… mas se eu tivesse que culpar alguém, eu culparia o Napster, que começou com isso em 99… o iTunes surgiu em 01 no Mac, e em 03 para Windows.

Não acho que seja questão de culpar… os tempos mudaram, o paradigma mudou… paremos pra pensar um pouco… na década de 80 e início da década de 90, quantas horas as pessoas passavam na frente do computador? Qual era o passatempo das pessoas naquela época?

Se pararmos pra pensar novamente, a indústria musical não morreu… ela se adaptou justamente pra não morrer… o que morreu, na minha opinião, foi a “magia” que antes existia… chegou a ser um passatempo meu comprar um CD, sentar no chão ao lado do som e ouvir muitas músicas pela 1a vez pois não havia outros meios para ouvir as que não tocavam nos rádios… olhando para o encarte e vendo a letra, pois, sem internet, a única fonte da letra correta era o encarte.

Se tivermos que culpar alguém pela morte dessa magia, da qual eu concordo que faz falta, devemos culpar o YouTube, rádios online, iTunes, Napster, Morpheus, KaZaA, Limewire, 4shared e torrents.

Qual a consequência da morte dessa magia? Eu arriscaria dizer que muitos não pereceberam ou discordarão… mas hoje a crença é de que não se faz mais música de qualidade… nunca mais teremos uma “Smoke on the Water”, “Bohemian Rhapsody” ou uma “Stairway to Heaven”…

Hoje a música é banalizada pela disponibilidade anytime, anywhere… ouvir a sua música “favorita do momento” é muito fácil… antes era uma questão de sorte/paciência para ouví-la na rádio ou dinheiro para comprar o LP/CD… as pessoas “enjoam” muito fácil… aliás, isso vale pra qualquer coisa: “alta disponibilidade/oferta banaliza, a raridade valoriza”… “easy comes, easy goes”… outra coisa que desacredita a música é que a tecnologia se tornou um facilitador para que “qualquer um” apareça com “música” por aí.

Pensando pelo meu lado, há músicas que eu gosto bastante hoje em dia… daquelas que eu ouço em loop infinito durante dias, percebendo cada detalhe, tentando enxergar cada intenção tanto na melodia, quanto no tom de voz, quanto na letra… mas reconheço que, se eu tiver que citar os grandes sucessos musicais da história da música, pouco provavelmente citarei algo que surgiu no século 21… isso é um “fenômeno” psicológico que foge a minha compreensão.

Mas vamos falar da indústria, que foi o que estava sendo debatido. Eu, novamente, não culparia o Jobs pela morte da indústria. Pensando pelo lado dos clientes, que é o que se aplica, o que se encontrou foi um jeito de fazer “mais com menos”. Pra que comprar um CD “inteiro” só por causa de algumas músicas? Por outro lado, por que pagar pela música que se quer, se podemos ouví-la for free no YouTube ou outras rádios online (não vou mencionar baixá-la ilicitamente, ops! Sorry.)? Eu vejo que o que aconteceu é o caminho natural das coisas. Exagerando um pouco, se a indústria da música fizesse uso apropriado dos conceitos de CRM, ela mesmo teria encontrado uma maneira de fazer as coisas chegarem onde chegaram, só que sem perder com isso.

Vejam 2 gráficos discutivelmente contraditórios que encontrei sobre o assunto:

Vejam o que aconteceu com a MTV… não sei se vocês se lembram, mas in the 80’s, era praticamente só clip… com o surgimento do YouTube, ela teve que se reinventar pra não morrer… não estou dizendo que o Marcos Mion fez/faz um bom trabalho lá, eu não assisto MTV (aliás, vi agora que ele está na RedeTV)… mas tipo, pra que ficar esperando o seu clip da “favorita do momento” passar, aguentando comerciais quando você pode ir no YouTube e assistir imediatamente e quantas vezes quiser?

Mas respondendo, de que lado fico? Continuo ficando dos dois… o Bon Jovi tá certo em dizer que a magia morreu (e não necessariamente a indústria)… podemos dizer que o Jobs regularizou a indústria dançando conforme a música que o próprio público cantou, mas até isso está mudando. Ele deu a opção que antes não existia, e as pessoas optaram.

Indo um pouco mais além, e começando a viajar, música é o uso de um dos nossos 5 sentidos, que é a audição… e isso aconteceu com ela. Se pararmos pra pensar em outro sentido, a visão, é natural que pensemos que as coisas tenham o mesmo destino… ou seja, o que aconteceu com os CDs, vai acontecer com livros, revistas e jornais de papel… it’s just a matter of time… e com um pouco de sorte, o Jobs estará vivo pra ser responsabilizado também.

Pra não falar que a visão é apenas alimentada por leitura, como citei, existe a televisão. E novamente acho natural que as coisas comecem a tomar o mesmo rumo. Isso não aconteceu antes pois até bem pouco tempo atrás, o conteúdo exibido na TV vinha dos canais e DVDs. A integração TV-internet demorou pra acontecer… e hoje tem TV que exibe arquivos diretamente de um HD externo. Existe algum fundamento para acreditarmos que a indústria de filmes/seriados não passará pela mesma coisa que passou a indústria da música?

Só pra constar, eu tenho um casal de amigos que recentemente cancelou a TV por assinatura e assiste todo o conteúdo via internet e HD externo. Eles foram os primeiros de que fiquei sabendo, e não deve demorar para que eu saiba de outros.

Bom, o que era pra ter sido uma simples resposta a e-mail, virou isso… é por isso que eu concordo quando me dizem que piscianos não conseguem responder uma simples pergunta com um simples “sim/não”.

Peace! Fui!

Bastidores…

Ainda tenho intenção de compartilhar minhas aventuras (pra não dizer desventuras) nessa nova fase… mas, como resumo, eu optei por sair do meu emprego por conta de duas oportunidades nas quais eu apostei… nenhuma das duas deu certo e é o aprendizado que ficou que eu quero compartilhar com vocês… mas isso vai acontecer em outro momento…

É possível que algumas pessoas na minha condição já teriam optado por voltar ao mercado, afinal, se os planos falharam, o que ficou em vista? Na prática, nada… em teoria, o aprendizado… o que já existia e continua existindo, aliás, até aumentou com tudo isso, é a vontade de empreender…

O que eu quero compartilhar com vocês hoje é um ponto de vista que estou percebendo que muita gente não enxerga… essa minha vontade de compartilhar isso com vocês veio de uma pergunta que me fizeram outro dia… vou usar um exemplo que não é o meu caso, mas vai dar pra entender… o diálogo foi mais ou menos assim:

– E aí? O que você vai fazer?

– Eu vou abrir um restaurante.

– Ah! E você vai cozinhar?

– Não.

– Uai… o que você vai fazer então?

– Todo o resto.

A minha interlocutora ficou olhando pra mim com cara de “ué?”… e depois a conversa foi para outros assuntos…

Tem uma frase que está sendo dita com cada vez mais frequência, que é: “conhecimento técnico é o meio, o importante é ter visão de negócio”… essa frase faz sentido pra vocês? Bom, vamos pensar um pouco sobre o exemplo que eu dei: qual o conhecimento técnico essencial para um restaurante? Acredito que haverá consenso de que esse conhecimento seja cozinhar. Agora vamos imaginar as seguintes situações:

Restaurante 1: só há cozinheiros…

Restaurante 2: há cozinheiros, garçons, gente pra gestão financeira, gente pra elaboração de cardápio, gente para gerir o feedback dos clientes, gente pra pensar em promoções, gente pra cuidar das compras (negociando com e selecionando os fornecedores), gente pra gerir o estoque,  gente para treinar o atendimento, gente para pensar em bebidas e gente pra pensar no site do restaurante (por exemplo)…

Partindo do princípio que ambos os restaurantes têm intenção de crescer, empregar gente e maximizar o lucro absoluto… qual desses terá maior chance de ser bem sucedido?

Pode haver margem pra discussão, mas imagino que um restaurante só com cozinheiros não vai sobreviver a não ser que o cozinheiros façam alguma coisa além de cozinhar… cozinhar, sim, é muito importante e a base para todo o resto… meio creio que haverá consenso de que nem só de cozinhar se faz um restaurante… alguém discorda disso? Reparem que eu, até agora, falei cozinheiro… e em restaurante, existe o chef… dêem uma olhada aqui pra ver qual a diferença…

Como vocês já devem ter lido aqui, quero crer, às vezes a gente consegue extrair lições/exemplos dos lugares mais inusitados… e se a arte imita a vida (e/ou vice-versa), um exemplo recente que posso citar para a falta de gestão acontece no filme da Bruna Surfistinha (vamos supor que a história é 100% verídica)… não vou entrar em detalhes aqui pois como o filme é recente, o que eu escreveria pode ser um spoiler… pra quem assistiu e quiser entrar no assunto, estamos aí…

Então, o recado de hoje é: não é só o conhecimento técnico que vai garantir a sustentabilidade… muita coisa rola nos bastidores…

Fico por aqui… aliás, que horário pra escrever, né? Só pra constar, pode haver quem discorde, mas eu considero escrever sobre esses assuntos como trabalho… talvez isso seja assunto de outro post… mas fica pra outro dia (ou madrugada)…

Same team!

Peço licença para os demais para escrever um post longo e integralmente voltado ao trabalho… um tweet de ontem foi o gatilho pra esse post… e talvez a analogia possa ser utilizada em outras áreas, mas isso é com vocês…

Para os que não sabem… tecnicamente, o que melhor define o meu trabalho, pelo menos até o momento, é testes… e com muito mais frequência do que eu gostaria de admitir, existe um “conflito” entre as pessoas de desenvolvimento e de teste… aliás, o ser humano é assim, basta categorizar alguma coisa que os membros de uma categoria já estabelecerão competitividade com a(s) outra(s) categoria(s)… e isso eu vi das mais variadas e criativas maneiras… e quero dar alguns exemplos:

  • pessoal de iPhone x pessoal de Android
  • pessoal de Linux x pessoal de Windows x pessoal de Mac
  • pessoal do Java x pessoal do .Net
  • pessoal do PS3 x pessoal do Xbox x pessoal do Wii x pessoal do PC

Há várias outras maneiras de categorizar os seres humanos, eu me ative a alguns exemplos mais profissionais/nerds que me vieram à mente…

Em todos os exemplos que eu dei, realmente existe competição pois é questão de preferência… entre “donos” e trabalhadores de cada lado existe ganho/perda de dinheiro… e várias coisas que até justificam essa competição… mas quero focar na questão entre o pessoal de desenvolvimento e o pessoal de testes…

O primeiro recado que quero dar é: WE ARE ON THE SAME DAMN TEAM!!!

Parece óbvio, mas há pessoas de ambos os lados tão completa e absurdamente fora de contexto que realmente parece que elas não se dão conta disso…

Como dizem que o Brasil é o país do futebol, e estou falando de time… farei analogias entre equipes de software (testes+desenvolvimento) e um time de futebol…

Nessa analogia:

  • jogadores de linha = desenvolvedores
  • goleiros = testadores
  • técnico = gerência
  • marcar um gol = exceder a expectativa do cliente
  • sofrer um gol = problemas encontrados pelo cliente após a entrega

Para deixar simples, não quis fazer maiores analogias com o meio campo, técnico, laterais, torcida, gols contra, etc… essa fica pra uma próxima pois só complicaria o raciocínio pois envolveria a turma de gerência de configuração, processos, etc…

Agora vou expor alguns placares hipotéticos de jogos e vamos pensar um pouco em cada um deles… e vamos supor que o nosso time é sempre o time da esquerda e o cliente, o time da direita…

Primeiro placar: 0 x 0… o que aconteceu, segundo a analogia que fiz? Ninguém fez mais do que a obrigação… todos fizeram o que tinha de ser feito… nenhum problema foi encontrado e correspondemos à expectativa do cliente… o resultado não é necessariamente ruim… mas nenhum time ganha campeonato assim… tudo bem até aqui?

Segundo placar: 2 x 0… agora sim… ganhamos o jogo… excedemos a expectativa do cliente e não tivemos problemas encontrados… se todos os jogos tiverem exatamente esse placar, a probabilidade de sermos campeões é bem grande… o placar em si não impressiona, mas se os resultados forem consistentemente esses, é bom…

Terceiro placar: 0 x 1… hmmm… perdemos o jogo… parênteses, aqui aproveito para fazer uma ressalva, não existe placar negativo, então parto do princípio que sempre vamos atingir a expectativa mínima do cliente, que é fazer o que estava acordado… isso é o mínimo que se espera… se você não faz o mínimo, pare a leitura por aqui até que esse problema seja resolvido, depois você volta e termina… fecha  parênteses… voltando, perdemos o jogo… fizemos o mínimo esperado e o cliente encontrou alguns poucos problemas… não é um resultado de todo ruim… mas se todos os resultados forem assim… muito provavelmente seremos o último colocado… e a tradução disso, profissionalmente falando, é falência…

Tendo essas coisas em mente, pensem, por si próprios, nos significados dos seguintes placares:

2 x 1…

3 x 0…

5 x 5…

10 x 0…

0 x 10…

Desses, qual o melhor placar pra você e sua empresa? Acredito que haverá consenso e acredito também que há margem pra discussão, sempre tem… mas não quero entrar nesses detalhes agora…

Mas vamos tratar dos gols sofridos… creio que existe consenso de que isso não é bom… creio que existe consenso de que podemos aprender coisas com os gols que sofremos… se estamos levando gol sempre do mesmo jeito, existe uma ou mais vulnerabilidades que ainda não identificamos… e o mais importante, de quem é a culpa?

Como eu mencionei… existe “conflito” entre desenvolvedores e testadores… ou melhor, existe conflito entre desenvolvedores e testadores que ainda não perceberam que “WE ARE ON THE SAME DAMN TEAM”! Já testemunhei situações onde, dentro de um time, ao sofrerem gols, estabelece-se a discussão para apontar de quem é a culpa… o goleiro reclama da zaga… a zaga reclama do goleiro… o ataque reclama dos dois… e às vezes o início, enfatizo, apenas o início, da jogada do gol sofrido começou com um passe errado no meio de campo que armou o contra-ataque do outro time… ou seja, de quem é a “culpa”? A “culpa” é do time inteiro…

Agora vamos falar do goleiro… o goleiro é o último homem da defesa… ele não tem boa visão do que acontece no ataque, mas ele tem uma boa visão do resto e consegue ajudar a organizar a defesa… e, aliás, isso também faz dele um bom goleiro… mas tem jogador que acha que goleiro gosta de dar ordens… por isso, pergunto: qual é a preocupação do goleiro?  Nunca se esqueçam da analogia, hein?

 

Nas empresas, tem muito técnico, pra não dizer a maioria, que se só preocupa com o ataque… os jogadores então, vixe… acham que o goleiro só atrapalha… tem situação onde o goleiro identifica uma fraqueza na defesa, mas o técnico e jogadores dizem: “ah, mas ninguém vai fazer esse passe”… “ah, mas é difícil o cara chutar no ângulo”… “ah, mas a gente não vai errar nessa saída de bola”… aliás, o que eu testemunho na maioria das empresas, é técnico jogando com 10 jogadores, sem goleiro, botando jogador de linha no gol pra economizar o salário do goleiro quando o time estiver no ataque…

E me pergunto… quem será que se daria melhor? Uma experiência que eu gostaria de fazer é jogos entre um time só de atacantes… outro só de zagueiros… e outro só de goleiros… vai ser goleiro jogando no ataque… atacante jogando no gol… será que um atacante seria um bom goleiro? Será que um goleiro seria um bom atacante? Quem será que ganharia? Acredito que não haverá consenso aqui… mas se quiserem tentar, usemos os comentários aqui do blog pra isso… feel free…

Gente, cada um tem o seu papel na equipe… o papel de todos deveria ser se preocupar com o melhor resultado para a equipe e saber que o outro também se preocupa… faz sentido quando digo que goleiros, zagueiros e atacantes tendem a obter melhores resultados quando eles jogam colaborativamente?

Não entendam que eu estou defendendo o goleiro… ele também quer que o ataque marque gols… aliás, há gols que começam com a cobrança do tiro de meta…

A percepção do sentido de equipe é o que eu quero deixar como recado aqui hoje… a excelência é objetivo de todos!

Fico por aqui…

A União faz a Força?

Ontem vi um video bem bacana que quis compartilhar com vocês… segue:

 

 

E fica a pergunta que está no título… a união faz a força? É claro que faz…

A grande pergunta é: o que faz a união?

Think about it…

Fico por aqui…

Livros…

“Não se negue a oportunidade de aprender alguma coisa, na pior das hipóteses, mais burro nóis num fica”. Essa frase eu acabo repetindo com alguma frequência… não muito raramente eu percebo nas pessoas uma certa relutância, hesitação em se permitirem a oportunidade de aprender algo novo… não quero entrar nos motivos disso, por uma questão bem simples, eu não sei… apenas desconfio… mas isso não interessa agora…

Mas porque estou dizendo isso? Estou dizendo isso pois recebi alguns feedbacks bem legais de alguns dos posts anteriores… se isso aconteceu, acredito que foi porque o que foi lido colaborou ao processo evolutivo dessas pessoas de alguma maneira…

Como uma pessoa cujo ponto de vista religioso está mais alinhado ao Espiritismo, prefiro acreditar que o nosso processo evolutivo moral e intelectual é coisa que transcende essa vida… e transcenderá as outras que virão… e as fontes para a nossa evolução estão em todo lugar… inclusive, nos livros que lemos…

Por esse motivo, fiquei com vontade de compartilhar com vocês a minha “biblioteca corporativa”… não li todos os livros que estão aí… nem todos os livros que li estão aí… há quem pode acreditar que nem todos os livros que estão aí podem ter relação com vida profissional (eu respeitosamente discordarei de quem o fizer)… mas fica aí como uma sugestão para quem quiser conhecer pontos de vista que considero bem interessantes…

Uma conclusão a que cheguei depois das primeiras aulas da pós foi: “nunca pararei de estudar”… seja por meio de livros, blogs (why not?) ou por meio de aulas… aliás, aproveito a oportunidade para pedir recomendação de livros e blogs a vocês…

Mando aqui uma lista de livros e blogs… eu ainda não li os livros e blogs daqui para fazer deles indicações minhas, mas fica aí para quem quiser conhecer:

http://marcelotoledo.com/2011/01/27/blogs-que-eu-recomendo/

http://www.saiadolugar.com.br/2010/01/11/livros-de-negocios-que-todo-empreendedor-devia-conhecer/

Até! Juízo!

Ultimamente, eu tenho pensado bastante em pronomes interrogativos… para que não lembra quais são, no Inglês é mais fácil lembrar deles pois todos começam com ‘w’… com exceção do “how”… são eles:

  • what / que
  • who / quem
  • when / quando
  • where / onde
  • why / por que
  • how / como

E por que eu tenho achado isso interessante? Bom, ultimamente eu tenho pensado bastante em toda aquela “sopa de termos” que eu mencionei aqui… e um desses termos é planejamento estratégico… aí eu percebi brincar com esses pronomes interrogativos te faz pensar em coisas de uma maneira diferente… pode ser que isso não seja novidade para alguns… mas eu nunca tinha parado (ou precisado parar) pra pensar nas coisas desse jeito… vou dar um exemplo:

Vamos supor que o seu trabalho é produzir alguma coisa que você pretende vender… no primeiro momento, é provável que você se preocupe com o QUE vão comprar… ou seja, provavelmente você focará no seu produto… isso, obviamente, não está errado… mas é interessante que você pense nos outros pronomes interrogativos…

Ou seja, é válido pensar:

  • no QUE vão comprar
  • QUEM vai comprar
  • QUANDO vão comprar
  • ONDE vão comprar
  • COMO vão comprar
  • e, por último e não menos importante, PORQUE vão comprar

No fundo, eu vejo que o último pronome é o mais importante… e isso está associado com outro termo na sopa… que é a geração de valor… o QUE vão comprar não é importante, e sim o PORQUE… o valor que você conseguir criar e oferecer é o que fará a diferença… e nesse aspecto, não vejo que tem muito segredo… tem uma frase que eu cito com alguma frequência que é: “é fácil enganar muitas pessoas por pouco tempo… é fácil enganar poucas pessoas por muito tempo… mas enganar muitas pessoas por muito tempo é muito difícil”… e por favor, o seu objetivo não deve girar em torno de provar que existe um equívoco nessa frase, pois assim você só está buscando meios de enganar alguém… lembram do 4° hábito? Então… é disso que estamos falando… mas pra citar as coisas de um jeito mais objetivo, copio o trecho de um livro* bem interessante que eu ainda não terminei:

“É preciso saber que os seus clientes não são estúpidos. A curto prazo, beneficiado pelo fator novidade, você poderá vender uma coisa diferente, mas se não oferecer algum valor real, tudo acaba ali, e o cliente não voltará. A médio prazo, você estará falido.”

Fico por aqui… depois a gente continua…

*O livro é “O Livro Negro do Empreendedor”

Ok guys… vamos estreiar o WordPress escrevendo diretamente aqui e depois colocando link pra cá no Blogspot… considerem isso um período de transição e/ou avaliação… aparentemente o WordPress tem mais recursos e o “search” dele funciona melhor que o do Blogspot… aqui eu consigo encontrar posts antigos com muito menos trabalho…

…para quem estiver curioso, o link para o Blogspot é http://newtolivieri.blogspot.com/… aliás, se quiserem opinar com relação à aparência, por favor…

…eu reparei que alguns videos e imagens foram corrompidos na importação que foi feita… mas fica a experiência… o primeiro post sério vem agora… enjoy!

Acho que estou começando a sentir os primeiros sinais do efeito colateral de fazer “home office”… mas estou certo de que tudo isso mudará quando estabelecermos os escritório…

…outro sinal que estou começando a sentir é do efeito de responsabilidade por TUDO que acontece… recebi um convidativo tweet para uma cerveja hoje e não fui por causa do caminhão de coisas que têm para fazer… a “literatura” diz que é bom estabelecer limite, mas por enquanto a sensação de culpa ainda tá me segurando…

…no pain, no gain…